segunda-feira, 19 de junho de 2017



Mitos da Industria alimenticia.



MITO #1: “Você precisa baixar o seu colesterol”

Disseram que colesterol alto é o maior fator de risco de infarto e AVC – isso não é verdade!
Essa foi uma teoria do início do século passado – sustentada pelas indústrias farmacêutica e alimentícia – que levou médicos do mundo inteiro a culparem o colesterol pelo aumento das doenças cardiovasculares.

Mas a verdade é que essa hipótese NUNCA foi comprovada na prática. Pelo contrário, o colesterol baixo pode ser mais mortal do que colesterol alto.
 
Segundo estudo publicado pela University of California (UCLA)…… quase 75% dos pacientes que foram hospitalizados nos EUA após um infarto tinham níveis normais de LDL (aquele chamado de “colesterol ruim”). 

Então, como é possível o colesterol ser causador de ataques cardíacos, se a maioria dos infartados tem níveis normais dele? Tem mais. 

Além de não ser vilão, o colesterol possui um papel vital no funcionamento do organismo.

Ele é indispensável para a produção de todos os hormônios esteroides… para produção da bile da digestão… para a síntese de vitamina D… para a composição de toda membrana celular…

TODAS essas funções são extremamente importantes para uma boa saúde.
Então, ao baixar o seu colesterol, você está provocando danos potenciais ao seu organismo.
Por isso, afirmo: não tenha medo do seu colesterol
  • Em um estudo renomado realizado no Japão, publicado no Annals of Nutrition and Metabolism, pesquisadores verificaram que a mortalidade é mais alta entre pessoas com níveis baixos de colesterol.
Esse resultado não é fruto do acaso…
  • Um outro estudo, da University of California, com 1.000 pacientes cardíacos, também apontou que aqueles com baixa concentração de colesterol no sangue tinham um risco de morte aumentado.
Sendo assim, não é um absurdo a estatina – remédio para baixar o colesterol – ser um dos medicamentos mais vendidos hoje?

Entenda, esse é um grande negócio…

De 2011 até 2015, o número de caixas de estatinas vendidas no Brasil mais do que dobrou. E os laboratórios faturaram por ano mais de 2,1 bilhões de reais com o remédio. Pois é, R$ 2.100.000.000 por ano. 

Só que, além dessas pílulas não prevenirem as doenças cardiovasculares, elas escondem efeitos colaterais severos.

As estatinas podem até levá-lo ao diabetes tipo 2…
  • Um estudo com 26 mil participantes publicado no Journal of General Internal Medicine descobriu que pessoas que tomavam estatina tinham 87% mais risco de desenvolver diabetes.
E essa é só a ponta do iceberg.
Os efeitos colaterais dessa droga para baixar o colesterol incluem ainda perda de memória, insuficiência renal aguda e cataratas. 
 O seu coração não pode bater sem isto…
É, claro, eu não estou aqui para falar para ninguém parar de usar estatinas por conta própria. 

Sou contra a automedicação e a interrupção do tratamento sem o conhecimento do seu médico.
 
Por isso, recomendo que você converse com o profissional de confiança sobre a suplementação de Coenzima Q10 (CoQ10).

Guarde bem o nome dessa poderosa coenzima. Sem ela, não há formação de energia (ATP) na mitocôndria. Qualquer pessoa preocupada com a saúde do coração deveria conhecê-la. 

Veja bem, todas as estatinas diminuem a produção natural de Coenzima Q10 pelo corpo. E isso é um perigo. 

Pois a CoQ10 tem um papel tão essencial no fornecimento de energia para as células e os músculos do seu corpo…

… que o seu coração, um músculo, não pode bater sem ela.

Essa enzima pode ajudá-lo a prevenir ataques cardíacos e derrames… a baixar a pressão arterial… e a regenerar as células do coração. Assim, se o seu médico não quiser tirar a sua estatina…
… o uso conjunto de CoQ10, ao menos, ajuda a minimizar os efeitos colaterais desses remédios para baixar o colesterol.

Eu pago um preço alto por revelar a verdade sobre o seu COLESTEROL – e os perigos da estatina.

Não sou mais convidado para participar de congressos de cardiologia – apesar do meu extenso currículo – e sofro pressões de colegas que acham um absurdo eu condenar as estatinas.
Mas não posso deixar que você pague o preço da desinformação com a sua vida. Por isso, recuso-me a permanecer calado. 


MITO #2: “Gordura saturada entope as artérias e causa problema cardíaco”

Por anos nos disseram que comer gordura nos levaria para o cemitério mais cedo. Contaram assustadoras histórias de artérias e coronárias entupidas.

Mas assim como o colesterol NÃO é culpado das doenças cardiovasculares… as gorduras saturadas de origem animal também NÃO.

NUNCA alguém conseguiu comprovar que gordura saturada é causa de ataques cardíaco e AVCs. Nem mesmo que ela aumenta o colesterol. Pelo contrário…
  • Uma comparação entre populações do norte e do sul da Índia revelou que as pessoas do norte consomem 17 vezes mais gordura animal… porém, têm um risco de doenças cardíacas 7 vezes menor do que no sul.
O estudo foi publicado no Indian Journal of International Medicine.
E essa é só uma das muitas pesquisas já publicadas:
  • Em 2010, um estudo meta-análise, publicado no American Journal of Clinical Nutrition, com 347.747 pacientes americanos concluiu que não há nenhuma relação entre gordura saturada e doenças cardiovasculares.
  • Em 2014, um outro estudo com 530.525 pacientes, conduzido pelo Dr. Rajiv Chowdhury, publicado no Annals of Internal Medicine, chegou a essas mesmas conclusões.
Na realidade, todas as pesquisas científicas apontam que…Evitar gordura saturada na dieta pode prejudicar o seu coração e até fazer você aumentar o seu peso.
 
  Então, não abandone os saborosos bifes, torresmos, carne de porco, ovos e manteiga em nome do seu coração…

Só procure comprar carne de boa procedência, com bois criados em pasto. A saúde verdadeira pode sim ser saborosa.

Os seus amigos podem até lhe dizer “você está louco?”, mas basta estudarem cientificamente para chegarem às mesmas conclusões.
O fato é:
  • As gorduras saturadas ajudam o seu corpo a absorver vitaminas importantes, como a A, D, E e K;
  • Elas são um melhor combustível para as mitocôndrias gerarem energia para todas as células do corpo;
  • Com adição de gorduras saturadas na sua dieta, o seu metabolismo fica mais eficiente, seu corpo queima a gordura corporal mais rápido e a sua energia dura mais;
  • E sem elas na dieta, você consome mais dois vilões da saúde: os carboidratos refinados e os óleos vegetais poliinsaturados.
E esse é um grande problema.
O medo da gordura saturada, além de o privar dos prazeres de uma boa refeição, promoveu a opção mais saudável os óleos vegetais poliinsaturados.

São eles: o óleo de milho, soja, girassol até mesmo o canola (que é vendido como o suprasumo dos óleos vegetais).

Todos, sem exceção, são um veneno para o seu corpo.

Isso porque eles sofrem rapidamente oxidação em contato com o calor ou com a luz.
E o óleo oxidado, esse sim, entope as artérias e é causa direta das doenças vasculares.

MITO #3: “Sal causa pressão alta”

Diferente do que você sempre ouviu, o sal NÃO é gatilho da hipertensão. Cortar essa substância das suas refeições NÃO irá salvar a sua vida (só ira tirar a graça do seu jantar).

Estudos mostram que a dieta baixa em sal, pelo contrário, aumenta potencialmente o seu risco de morte por diferentes causas.
 
E o uso do sal certo pode até reverter casos de hipertensão.
 
Mostrarei aqui as provas desse grande paradoxo. 

Antes, preciso deixar claro que não estou falando para aumentar o consumo do sal refinado, o sal de mesa comum. Nem todos os sais são iguais.

O sal integral – como o sal rosa do Himalaia, o sal do mar Celta ou mesmo o sal marinho brasileiro íntegral – tem em sua composição mais 80 minerais.

Já o sal refinado recebe substâncias químicas tóxicas que o deixam com apenas dois minerais, o sódio e o cloro.

Assim, além de não ter todos os minerais, o sal de mesa contém resquícios dos químicos utilizados na sua produção – e você definitivamente não os quer no seu corpo.

Por isso, consuma sal sem medo, mas o integral. O fato é…Restringir o sal da dieta prejudica o seu coração e a sua saúde

Estudos mostram que para a grande maioria dos pacientes, uma dieta baixa em sal não aumenta a pressão arterial.
  • Um respeitado estudo conduzido pelo grupo sueco Cochrane acompanhou pacientes ao longo de 25 anos. Ele mostrou que aqueles que adotaram uma dieta baixa em sal tiveram uma redução insignificante na pressão arterial.
Insignificante mesmo. Os participantes baixaram cerca de 1 mmHg da pressão sistólica e 0.5 mmHg da diastólica. 

Isto é, em vez de uma pressão de 120/80, eles chegaram a uma pressão de 119/79,5, por exemplo.

Então, comer pouco sal não irá alterar em quase nada a sua pressão arterial… … mas pode aumentar significativamente o seu risco de um ataque cardíaco.
  • Estudo publicado na revista Hypertension, com 2.937 pacientes hipertensos, mostrou que o grupo com baixo consumo de sódio tinha um risco 400% maior de infarto do que o grupo com alto consumo de sódio.
Pois é, um aumento de 400% no risco de infarto… somente por seguir as recomendações da medicina desatualizada.

E diferentes pesquisas mostraram ainda que a dieta baixa em sal pode ainda levar a resistência à insulina… elevar o colesterol -LDL… causar fadiga… entre outros problemas. 

Mas o que acontece se, em vez de tirar o sal da comida, você aumenta o consumo? Use o sal para baixar a sua pressão arterial

Bom, uma das principais causas da hipertensão é a deficiência de alguns minerais no corpo, como magnésio e potássio.

E sabe onde você encontrar esses minerais? Exatamente, no sal integral. O magnésio, por exemplo, é um relaxante por natureza. 

Ele ajuda a dilatar as artérias, facilitando o fluxo de sangue, além de prevenir a arritmia cardíaca.
É, por isso, que muitos pacientes hipertensos ao começarem a usar o sal integral conseguem baixar naturalmente a pressão. 

E se livram de medicamentos anti-hipertensivos (como diuréticos, inibidores do canal de cálcio e betabloqueadores), todos com fortes efeitos colaterais.
ALERTA

As recomendações aqui apresentadas são embasadas em pesquisas científicas de instituições renomadas. Porém, a Jolivi não apoia a automedicação e a interrupção do tratamento sem o conhecimento do seu médico. Sempre converse com o profissional de sua confiança sobre qualquer questão relativa à sua saúde e bem-estar.

MITO #4: “Tome cálcio para os OSSOS”

Se você ou alguém que ama toma suplementos de cálcio para fortalecer os ossos, peço a sua atenção para este perigo.

Há milhares de brasileiros e brasileiras, especialmente mulheres após a menopausa, recebendo a recomendação de usar cálcio para prevenir fraturas associadas à osteoporose.

O suplemento de cálcio dado sozinho – sem a suplementação conjunta dos nutrientes certos – ENCURTA A SUA VIDA.
 
Isso porque o cálcio consumido não tem inteligência própria para ir para os ossos e os dentes.
Então, o que acontece? Ele se deposita nos rins, no fígado, no cérebro, nas artérias e nas válvulas cardíacas. 

Um estudo de 2016 publicado pela Johns Hopkins University analisou 10 anos de dados de saúde de 2.700 americanos. Pesquisadores concluíram que aqueles que faziam suplementação com cálcio aumentavam significativamente o seu risco de doença cardiovascular.

TODOS os participantes apresentaram uma probabilidade maior de acumular placas nas artérias. Por isso, afirmo: você precisa tratar ao mesmo tempo os seus ossos e o seu coração. Os dois estão relacionados.

Se você sofre de osteoporose, provavelmente sofre também de algum problema cardíaco. E se você sofre de problema cardíaco, provavelmente tem ou terá osteoporose.
A boa notícia é que você pode começar hoje a prevenir e até mesmo REVERTER perda de densidade óssea (sem riscos ao seu coração).

Para isso, basta utilizar a combinação certa de vitaminas, minerais e hormônios. 

Darei todos os detalhes do “coquetel” de nutrientes essenciais que pode reverter a osteoporose no seu Relatório Investigativo: Mitos da Medicina.

Neles, falarei ainda sobre os melhores alimentos para você fortalecer os seus ossos (o leite, definitivamente, não é um deles).

Ficando intrigado? Tem muito mais sendo erradamente ensinado…
Se UMA das minhas recomendações pode ajudá-lo a se livrar de um problema de saúde como a pressão alta e a osteoporose…

… imagine o que TODAS elas podem fazer por você.
Eu só tenho espaço aqui para mostrar superficialmente o que você encontrará no seu Relatório Investigativo: Mitos da Medicina.
Você terá todos os detalhes que precisa das informações acima e muitas outras, como:
  • MITO #5: “SOL CAUSA MELANOMA”. É simplesmente o oposto. Estudos ao redor do mundo mostraram que quando a exposição ao sol aumenta, o risco desse tipo de câncer cai. O pescador de Fortaleza que passa o dia inteiro no mar tem um risco de câncer de pele menor do que quem trabalha em escritório.
  •  
  • MITO #6: “FLÚOR PREVINE CÁRIES”. As propagandas o enganaram. O flúor das pastas de dentes não previne contra cáries. E pior, estudos recentes mostram que esse químico pode fazer você ter manchas nos dentes, problemas nos ossos, problemas de tiroide e até intoxicam o seu cérebro.
  •  
  • MITO #7: “BANHO DEMORADO FAZ BEM PARA A SAÚDE”. Além de evitar desperdícios, não devemos tomar banhos demorados quentes por questão de saúde. Para tratar a água é preciso utilizar altas concentrações de cloro. E esse químico, ao ser absorvido pelo corpo, provoca alterações na tiroide a longo prazo.
Essas são só algumas das não-verdades sendo contadas por aí. Agora, você pode estar pensando…
Como a imprensa deixou escapar essas revelações?

Por que você nunca ouviu falar sobre muitos desses “mitos”… nem nas revistas… nem na TV… nem na internet?

É simples. Vivemos a “era de ouro da medicina moderna” – aqueles que têm ouro fazem as regras que ajudam a mantê-lo!

E a cura real das doenças custa pouco, por isso, elas não são divulgadas e ninguém fica sabendo – enquanto isso, pagamos com a vida por seguir mitos sem comprovação científica.
Quando a imprensa tradicional começa a divulgar um tratamento ou remédio “eficaz”, pode ter certeza que tem alguém ganhando com isto.

Todas as alternativas que trago a você foram extensivamente estudadas e comprovadas por instituições de renomadas, como como Harvard School of Medicine, John Hopkins, Mayo Clinic…
Assim como a Jolivi, trabalho para trazer uma luz sobre os assuntos de saúde mais importantes do nosso tempo.

Nós não estamos comprometidos com nenhuma entidade ou conselho de classe.

Nem com a Indústria Farmacêutica. 

Nem com a Grande Mídia, que ganha com a divulgação de medicamentos.

Nós também não temos medo de questionar o Governo por suas diretrizes alimentares erradas ou por aprovações suspeitas de remédios desnecessários.

E, o mais importante, acreditamos que a saúde natural é o melhor caminho para prevenir e reverter doenças.
 
Mas preciso ser claro nas nossas intenções – não somos contra a medicina, contra médicos, ou contra qualquer coisa que possa lhe ajudar.
Fazemos questão de recomendar os profissionais de saúde e tratamentos que fazem mais do que remediar sintomas – aqueles que buscam tratar as reais raízes das doenças!

domingo, 18 de junho de 2017



A industria da Doença

"Aos 30 anos, você tem uma depressãozinha, uma tristeza meio persistente: prescreve-se FLUOXETINA.
A Fluoxetina dificulta seu sono. Então, prescreve-se CLONAZEPAM, o Rivotril da
vida. O Clonazepam o deixa meio bobo ao acordar e reduz sua memória. Volta ao
doutor.
Ele nota que você aumentou de peso. Aí, prescreve SIBUTRAMINA.

A Sibutramina o faz perder uns quilinhos, mas lhe dá uma taquicardia incômoda. Novo retorno ao doutor. Além da taquicardia, ele nota que você, além da “batedeira” no coração, também está
com a pressão alta. Então, prescreve-lhe LOSARTANA e ATENOLOL, este último
para reduzir sua taquicardia.

 Você já está com 35 anos e toma: Fluoxetina, Clonazepam, Sibutramina, Losartana e Atenolol. E, aparentemente adequado, um “polivitamínicos” é prescrito. Como o doutor não entende nada de vitaminas e minerais, manda que você compre um “Polivitamínico de A a Z” da vida, que pra muito pouca coisa serve.

Mas, na mídia, Luciano Huck disse que esse é ótimo. Você acreditou, e comprou. Lamento!
Já se vão R$ 350,00 por mês. Pode pesar no orçamento. O dinheiro a ser gasto em investimentos e lazer, escorre para o ralo da indústria farmacêutica. Você começa a ficar nervoso, preocupado e ansioso (apesar da Fluoxetina e do Clonazepam), pois as contas não batem no fim do mês. Começa a sentir dor de estômago e azia.

Seu intestino fica “preso”. Vai a outro doutor. Prescrição: OMEPRAZOL + DOMPERIDONA + LAXANTE “NATURAL”.

Os sintomas somem, mas só os sintomas, apesar da “escangalhação” que virou sua flora intestinal. Outras queixas aparecem.

Dentre elas, uma é particularmente perturbadora: aos 37 anos, apenas, você não tem mais potência sexual. Além de estar “brochando” com frequência, tem pouquíssimo esperma e a libido está embaixo dos pés.

Para o doutor da medicina da doença, isso não é problema. Até manda você escolher o remédio: SILDANAFIL, TADALAFIL, LODENAFIL ou VARDENAFIL, escolha por pim-pam-pum. Sua potência melhora, mas, como consequência, esses remédios dão uma tremenda dor de cabeça, palpitação, vermelhidão e coriza.

Não há problema, o doutor aumenta a dose do ATENOLOL e passa uma NEOSALDINA para você tomar antes do sexo. Se precisar, instila um “remedinho” para seu corrimento nasal, que sobrecarrega seu coração.

Quando tudo parecia solucionado, aos 40 anos, você percebe que seus dentes estão apodrecendo e caindo. (entre nós, é o antidepressivo). Tome grana pra gastar com o dentista. Nessa mesma época,
outra constatação: sua memória está falhando bem mais que o habitual. Mais uma vez, para seu doutor, isso não é problema: GINKGO BILOBA é prescrito. Nos exames de rotina, sua glicose está
em 110 e seu colesterol em 220.

Nas costas da folha de receituário, o doutor prescreve METFORMINA + SINVASTATINA.

“É para evitar Diabetes e Infarto”, diz o cuidador de sua saúde(?!). Aos 40 e poucos anos, você já toma:  FLUOXETINA, CLONAZEPAM, LOSARTANA, ATENOLOL, POLIVITAMÍNICO de A a Z, OMEPRAZOL, DOMPERIDONA, LAXANTE “NATURAL”, SILDENAFIL, VARDENAFIL,
LODENAFIL ou TADALAFIL, NEOSALDINA (ou “Neusa”, como chamam), GINKGO
BILOBA, METFORMINA e SINVASTATINA (convenhamos, isso está muito longe de ser saudável!). Mil reais por mês! E sem saúde!!!

Entretanto, você ainda continua deprimido, cansado e engordando. O doutor, de novo. Troca a Fluoxetina por DULOXETINA, um antidepressivo “mais moderno”. Após dois meses você se sente
melhor (ou um pouco “menos ruim”).

Porém, outro contratempo surge: o novo antidepressivo o faz urinar demoradamente e com jato fraco. Passa a ser necessário levantar duas vezes à noite para mijar. Lá se foi seu sono, seu descanso extremamente necessário para sua saúde. Mas isso é fácil para seu doutor: ele prescreve TANSULOSINA, para ajudar na micção, o ato de urinar. Você melhora, realmente, contudo... não
ejacula mais. Não sai nada!

Vou parar por aqui. É deprimente. Isso não é medicina. Isso não é saúde. Essa história termina com uma situação cada vez mais comum: a DERROCADA EM BLOCO da sua saúde. Você está obeso,
sem disposição, com sofrível ereção e memória e concentração deficientes.

Diabético, hipertenso e com suspeita de câncer. Dentes: nem vou falar. O peso elevado arrebentou seu joelho (um doutor cogitou até colocar uma prótese). Surge na sua cabeça a ideia maluca de procurar
um CIRURGIÃO BARIÁTRICO, para “reduzir seu estômago” e um PSICOTERAPEUTA para cuidar de seu juízo destrambelhado é aconselhado.

Sem grana, triste, ansioso, deprimido, pensando em dar fim à sua minguada vida e... DOENTE, muito doente! Apesar dos “remédios” (ou por causa deles!!). A indústria farmacêutica? “Vai bem, obrigado!”, mais ainda com sua valiosa contribuição por anos ou décadas. E o seu doutor? “Bem, obrigado!”, graças à sua doença (ou à doença plantada passo-a-passo em sua vida)."
Dr. Carlos Bayma

Pedro Macc
Pedro Macc Muito bom, pura realidade mesmo. E pensar que ainda tem gente bem informada (bem... ao menos aparentemente) que fica recomendando as pessoas a procurarem um médico para cuidar de coisas que seriam facilmente resolvidas com tratamentos naturais seguros,...
Gladis Guerra
Gladis Guerra Descrição completa da minha vida até dois anos atrás.
Agora, com cistos e nódulos na tireóide e sem a metade dos dentes, descobri os suplementos.
Tentando resgatar minha saúde !
James Dario remedio so alivia sitomas e acosiona outros sitomas. segundo o dr lair, remedio é ET

Waleria Sousa pura verdade o da pressao tao nova ja tomei esses ate chegar em valsartana 80miligramas...
James Dario mudanca de novas realidades sobre qualquer assunto é complicado para muitas pessoas. pq é cultural no mundo q qualquer problema d saude só se resolve com remedios. ninguem acredita no poder de um limao por exemplo achando q é so uma fruta pra matar a sede e nada mais.

Liliane Henkels
Liliane Henkels Infelizmente os nossos médicos hoje em dia só pensam em ganhar dinheiro sobre a saúde dos pacientes. A indústria farmacêutica juntamente com os médicos (se dá para dizer médicos ) são todos capitalista. ..só pensam no dinheiro que ganham e não que que um dia fizeram juramento de salvar vidas.

Dulce Carvalho
Dulce Carvalho Verdade mesmo! Incrível de tudo isto é não darem opções de escolha, se quer seguir Medicina natural ou tem dinheiro ou não consegue pois o Estado é que decide como investir, gerir e gastar o nosso dinheiro, sim nosso, porque somos nós quem desconta e o...Ver mais
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Thais Dabul
Thais Dabul Que horror esses são nossos medicos
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Luana LuaSol-Maior
Luana LuaSol-Maior Já tomei fluoxetina, propanolol, sibutramina, omeprazol, estimulantes, laxantes, analgésicos, antibióticos uma vez ao mês, etc. Deus me apresentou a medicina funcional e Hj estou curada de Td! Só uso vitaminas e suplementos e nunca tive uma saúde tão boa como agora!
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sexta-feira, 16 de junho de 2017

    • A Supreacia Judaica- David Duke

  • Israel: Um Estado judeu Supremacista
  •  
  • É claro, o próprio Israel surgiu pela limpeza étnica maciça e deslocamento da população indígena da Palestina.No momento da Declaração Balfour em 1917, os judeus constituíam apenas 10 por cento da população do quehoje é Israel. Depois que a maioria da população palestina tinham sido expulsos pelo terrorismo em 1947 e1948, supremacia judaica estabelecida Israel. O estado sionista ainda escrupulosamente preserva a identidadecultural e genético do povo judeu. Israel protege seu controle judaico sobre seus enclave étnico guardando  cuidadosamente sua composição étnica. Baseia a sua imigração em um padrão genético e limita a imigração quase que exclusivamente para os descendentes de judeus biológicos. Um judeu ateu de Nova York que nunca puseram os pés dentro de  Israel é financeiramente incentivados a emigrar, enquanto centenas de milhares de palestinos cujas famílias viviam há milhares de anos são proibidos de retornar ao lugar de seu nascimento.Israel não é uma "nação multicultural". É descaradamente um Estado judeu dedicado exclusivamente aos interesses do povo judeu. Uma nação com uma minoria considerável palestinos, é certamente a sociedade mais rigidamente segregadas do mundo. Existem escolas separadas para judeus e árabes, complexos deapartamentos separados, bairros separados e assentamentos separado. Muitas leis e regulamentos afetar adversamente os palestinos, em comparação com os judeus. Por exemplo, palestinos são proibidos por lei de se juntar as forças armadas. Apesar de suas 22 por cento da população, (próximo ao dobro do Africano americanosna América) que nunca houve um membro do gabinete palestino de Israel. Um ex-membro da Suprema Cortede Israel, Haim Cohen, descreveu o sistema que se aplica aos judeus e palestinos em Israel como semelhante a"leis de Nuremberg" da Alemanha nazista:... A amarga ironia do destino, o que levou as mesmas leis biológicas e racistas propagados pelos nazistas e queinspirou as infames leis de Nuremberg, para servir como base para a definição do judaísmo dentro do Estado de Israel.
  •  
  •  
  •   Vou aprofundar o assunto de Israel no corpo deste livro, mas eu não deveria deixar o assunto agora semapontar que a supremacia judaica que domina Israel recebe imprensa negativa pouco ao redor do mundo.Considere a imprensa positivo que Israel recebe em comparação com a condenação unânime e universal demídia que foi acumulado sobre o regime do apartheid na África do Sul. Condenação da África do Sul foihipocritamente liderada por uma mídia americana completamente dominado por partidários de Israel. Eu lentamente tomou conhecimento de uma dupla moral que permeia as relações Jewish Gentile. Judeus pregam uma moral para si e para pregar uma outra para o mundo não-judeu. Sua mais alta moralidade é um orgulho racial, solidariedade, tradição e auto-interesse. Mas eles pregaram a diversidade eo liberalismo para os seus concorrentes percebida. 
  • Se esse dualismo não existisse, como poderia a mídia judaica dominada pelos americanos:• • • • •Apoiar a nação de Israel, que promove o judaísmo em suas escolas, enquanto oposição, mesmo cantando as canções de Natal do em escolas públicas americanas? Apoiar a nação de Israel, que tem escolas estritamente segregados, comunidades e instalações para judeus e árabes - embora condenando escolas segregadas e habitação nos  Estados Unidos e África do Sul? Apoiar a nação de Israel, com sua restritivas "judeus Only" leis  de imigração, enquanto subvertendo tentativas americanas para reduzir a imigração ilegal, mesmo? Apoiar a naçãode Israel, que permite que cada cidadão judeu para realizar uma metralhadora, se desejado, ao defender ocontrole de armas para os cidadãos americanos? Apoiar a nação de Israel, que diz abertamente sua missão depreservar o povo judeu e do património, enquanto condenando os palestinos que desejam seu próprio estado, e flagelação americanos europeus que se atrevem a defender a preservação do património e da cultura ocidentalna América? Sempre retratam as relações históricas entre judeus e gentios com os gentios como malfeitores eos judeus como vítimas inocentes, enquanto condenando os gentios como "anti-semitas" se ousarem defenderde tais calúnias étnica?• Exemplos perfeitos de duplo padrão podem ser encontrada nos escritos do editor mais importante do jornal mais importante   da América, AM Rosenthal do New York Times  Rosenthal é um entusiasta, multiculturalista fronteiras abertas para a América, mas um furioso Supremacista de fronteira fechada judaica para Israel. Tais padrões duplos na mídia de massa levantam outras questões. Porque é...
  • ler livro pelo link: https://www.scribd.com/document/73655367/David-Duke-Supremacia-Judaica-Portugues
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Seis Milhões Realmente Morreram?


Richard Harwood



Introdução
Claro, propaganda de atrocidades não é nada novo. Ela acompanhou cada conflito no século XX e sem dúvida continuará a fazê-lo. Durante a Primeira Guerra Mundial, os alemães foram acusados de devorar bebês belgas, bem como se divertir em jogá-los para o alto e trespassá-los com baionetas. Os britânicos também alegavam que as forças alemãs estavam operando uma "Fábrica de Corpos", na qual eles cozinhavam os corpos de seus próprios mortos para obter glicerina e outras mercadorias, um insulto calculado à honra do Exército Imperial. Depois da guerra, entretanto, vieram as retratações; de fato, uma declaração pública foi feita pelo Secretário de Assuntos Estrangeiros na Câmara dos Comuns pedindo desculpas pelos insultos à honra alemã, admitindo que estes eam propaganda de guerra. Nenhuma declaração parecida foi feita após a II Guerra.


De fato, ao invés de diminuir com a passagem dos anos, a propaganda de atrocidades no que se refere à ocupação alemã, e em particular seu tratamento em relação aos judeus, nada fez além de aumentar sua virulência, e rebuscar o catálogo de horrores. Horríveis livros continuam a sair das editoras, adicionando continuamente à crescente mitologia dos campos de concentração, e, especialmente, á história de que não menos de Seis Milhões de Judeus foram exterminados neles. As páginas seguintes irão revelar que esta afirmação é a mais colossal ficção e o engano de maior sucesso; mas aqui pode ser feita uma tentativa de responder a uma importante questão: O que fez o destino das histórias de atrocidades da Segunda Guerra Mundial ser tão diferente do das da Primeira Guerra? Porque as últimas foram retiradas, enquanto as primeiras são reiteradas mais alto do que nunca? É possível que a história dos Seis Milhões esteja servindo a um propósito político, e mesmo que seja uma chantagem política? Até onde o povo judeu esteja preocupado, este engano tem sido de um bem incalculável. Toda raça e nacionalidade teve sua quota de sofrimento na Segunda Guerra Mundial, mas nenhuma foi tão elaborada com sucesso e transformada em tão grandes vantagens.
A alegada extensão de sua perseguição rapidamente enviou simpatia para o Lar Nacional Judeu que eles haviam buscado por tanto tempo; depois da guerra, o governo britânico fez pouco para evitar a imigração judaica à Palestina que eles haviam declarado ilegal, e não foi muito depois que os sionistas conseguiram o governo da terra da Palestina, e criaram seu refúgio contra a perseguição, o Estado de Israel. De fato, é um acontecimento digno de nota que o povo judeu emergiu da Segunda Guerra Mundial como nada menos que uma minoria triunfante. Dr. Max Nussbaum, ex-rabino chefe da comunidade judaica de Berlim, declarou a 11 de abril de 1953: "A posição que o povo judeu ocupa no mundo hoje - apesar das perdas enormes - é dez vezes mais forte do que há dez anos atrás". Deve ser também dito, se quisermos ser honestos, que esta força foi muito consolidada financeiramente pelo suposto massacre de Seis Milhões, sem dúvida a mais lucrativa alegação de atrocidade de todos os tempos. Até hoje, o impressionante total de seis mil milhões de libras foi pago como compensação pelo Governo Federal da Alemanha Ocidental, em sua maioria ao Estado de Israel (que sequer existia na Segunda Guerra), bem como a pedintes judeus individuais.

Desencorajamento do nacionalismo

Em termos de chantagem política, entretanto, a alegação de que Seis Milhões de Judeus morreram durante a II Guerra Mundial tem implicações bem mais longínquas para os povos da Grã-Bretanha e da Europa, do que simplesmente as vantagens que deu à nação judaica. E aqui vem o ponto crucial da questão: Por quê a Grande Mentira? Qual é o seu propósito? Em primeiro lugar, tem sido utilizada bem inescrupulosamente para desencorajar toda a forma de nacionalismo. Se o povo da Grã-Bretanha ou de qualquer outro país europeu tentar afirmar seu patriotismo e preservar sua identidade nacional numa época em que a própria existência dos Estados-Nações está ameaçada, eles seriam imediatamente declarados "neonazistas". Isto porque, claro, nazismo era nacionalismo, e todos sabemos o que ocorreu então: Seis Milhões de Judeus foram exterminados! Então, enquanto o mito for perpetuado, os povos em todo o mundo ficarão escravizados a ele; a necessidade de tolerância e entendimento internacionais será paulatinamente destruída pelas Nações Unidas, até que a nação e o sentimento nacional em si mesmos, a grande garantia da liberdade, sejam destruídos. Um exemplo clássico do uso dos "Seis Milhões" como uma arma anti-nacional aparece no livro de Manvell e Frankl, The Incomparable Crime (O Crime Incomparável, Londres, 1967), que fala de "Genocídio no Século XX".

Qualquer um com orgulho em ser britânico ficará um pouco surpreso com o violento ataque feito ao Império Britânico neste livro. Os autores citam Pandit Nehru, que escreveu o seguinte enquanto numa prisão britânica na Índia: "Desde que Hitler emergiu da obscuridade e se tornou o Führer da Alemanha, nós ouvimos bastante sobre racialismo e a doutrina do "Herrenvolk" (Povo de Senhores)... Mas na Índia nós conhecemos o racialismo em todas as suas formas desde o começo do domínio britânico. Toda a ideologia deste domínio era a do "Herrenvolk" e da raça superior... Índia como uma nação e indianos como indivíduos eram sujeitos à insultos e à humilhação. Os ingleses eram uma raça imperial, éramos ensinados, com o direito dado por Deus de nos governar e nos manter em sujeição; se protestávamos éramos lembrados das 'qualidades de tigre de uma raça superior'". Os autores Manvell e Frankl então exemplificam perfeitamente o ponto para nós: "As raças brancas da Europa e da América", escrevem, "se acostumaram durante séculos a se considerarem como um 'Herrenvolk'. O século 20, o século de Auschwitz, também alcançou o primeiro estágio do reconhecimento da associação multi-racial" (ibid. p. 14).

mais veja no link abaixo.
fonte: http://www.vho.org/aaargh/port/harw1.html








associação multi-racial" (ibid. p. 14).

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Vejam a quantidade de drogas que injetam em nossos filhos e em nos mesmos desde o nascimento. Por isso, devemos questionar as campanhas de saúde que ao invés de dar imunidade aos nossos filhos, as tiram.

Transtorno do Espectro Vacina está varrendo a nação
Alguns bebês, assim que entram no nosso mundo, recebem vacinas tóxicas que contêm MSG (Glutamato Monossódico) e formaldeído destinados a invocar uma resposta imune, mas, em vez disso, basicamente todo o sistema nervoso do bebê entra em choque. Hoje, o DNA é alterado em laboratórios e misturado com bactérias, vírus vivos, albumina humana e produtos químicos utilizados para embalsamar os mortos, antes de ser injetado até 30 vezes em crianças antes de atingirem a idade de sete anos. 
O complexo industrial médico o chama de um grande transtorno de”espectro”, para que ela possa ser tratada com medicamentos (mais produtos químicos) que nunca curam a criança e, muito provavelmente, criam mais malefícios à saúde.
Os golpes mais comuns
Vacina com vírus vivos de Sarampo: (Attenuvax) Duas injeções são dadas; uma com um ano de idade e outra aos quatro anos de idade. Contém gelatina, sorbitol, cloreto de sódio, soro bovino fetal, proteína do ovo e albumina humana.
Vacina com vírus vivos de Sarampo e Caxumba: (MM-Rvax) injetado em bebês de um ano de idade. Contém gelatina, sorbitol, cloreto de sódio, soro bovino fetal e albumina humana.
Vacina contra Tétano, Difteria e Poliomielite: Cinco injeções dadas entre as idades de dois e seis anos, além de reforços “recomendados” a cada 10 anos. Contém formaldeído e fosfato de alumínio.
DTaP, IPV, HBV e Hib: (difteria, tétano, poliomielite, hepatite B e Haemophilus influenza tipo B) Dada a crianças de dois meses à 12 meses, com reforços em menos de um ano depois. Contém formaldeído e soro bovino fetal.
Vacina Gardasil contra o HPV: (Papilomavírus Humano). Administrado a crianças a partir dos nove para uma doença rara, transmitida sexualmente. Contém uma forma enfraquecida do vírus.
Vacinas contra a gripe: O CDC aconselha para não tomar mais de UMA vacina contra a gripe em toda a vida.
O espectro de ingredientes de vacinas tóxicas
Timerosal: O neurotóxico mercúrio que causa o autismo. Existem 25mcg em uma vacina contra a gripe média, embora o limite de segurança da EPA seja de 5 microgramas. Isso é 10 vezes o limite de segurança de uma vez!
Fosfato de alumínio: Aumenta a toxicidade do mercúrio.
Soro bovino fetal: Extraído da pele de vaca. Uma causa da artrite e lúpus.
Sorbitol: Um adoçante sintético que causa problemas gastrointestinais.
Gelatina: Derivado de colágeno da pele e ossos de animais e podem conter BSE, que é doença da vaca louca!
Cloreto de Sódio: Aumenta a pressão arterial.
Proteína de ovo: Pode conter hormônios de crescimento, antibióticos e salmonela.
Albumina humana: Proteína do sangue obtida a partir da mistura de plasma venoso humano, que pode conter doenças.
Formaldeído: Fluido carcinogênico usado para embalsamar os mortos.
MSG: Glutamato monossódico, quando injetado torna-se uma neurotoxina, causando distúrbio do SNC e dano ao cérebro.
Uma em cada 68 crianças tem uma forma do espectro. Questionar as toxinas em vacinas é a primeira ordem do negócio. Você tem VSD? Contacte o seu médico naturopata local. Afinal de contas, há médicos por aí que não acreditam em toxinas injetáveis a fim de construir a imunidade.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Holocausto-Doc - Documentação e História: Respostas Técnicas e Históricas às declarações do Bispo Richard Williamson a Respeito do Holocausto - Parte 3

Holocausto-Doc - Documentação e História: Respostas Técnicas e Históricas às declarações do Bispo Richard Williamson a Respeito do Holocausto - Parte 3



“Robert Jan van Pelt é arquiteto e especialista sobre Auschwitz. Ele declarou:
’99% daquilo que sabemos sobre Auschwitz não podem ser comprovados através da ciência. Nosso conhecimento é parte do conhecimento herdado… Neste sentido, eu não acredito que o Holocausto seja algo fora do comum. No futuro, quando lembrarmos o Holocausto, nós o faremos da forma que é feito com a maioria das coisas do passado. Nós relacionaremos nosso conhecimento à literatura e aos depoimentos das testemunhas… Nós tivemos muito sucesso em lembrar o passado desta forma. […] Colocar o Holocausto em uma categoria separada e exigir que mais provas materiais sejam fornecidas, significa de fato nos curvarmos diante dos negadores do Holocausto, onde estaríamos disponibilizando um tipo de prova especial’.” [The Star, Canadá, 27/12/2009]
http://www.thestar.com/news/insight/article/742965–a-case-for-letting-nature-take-back-auschwitz                                                                                 
E tem ainda o Relatório de Germar Rudolf.