sexta-feira, 2 de novembro de 2018



NOSSO INIMIGO COMUM


Aqueles que impedem isso e criam todos os problemas do mundo, não são apresentados através das mídias. Nós somos levados ao estado de dormência, somos distraídos, controlados e manipulados, e as mídias são as ferramentas, elas são nosso inimigo comum. Enquanto nós não tomarmos consciência deste fato, os criminosos do mundo irão nos governar e nos trarão somente desgraça.

É um show para entreter o público, uma ilusão.

Chamada de quarto poder no Estado, a mídia é protegida através da Constituição na maioria dos países democráticos do Ocidente [1]. O motivo para isso é que os pais da Constituição assim quiseram, pois o objetivo principal da imprensa é justamente proteger esta Constituição.

A razão de ser da imprensa livre dentro de uma sociedade livre é fiscalizar as lideranças governamentais, pois indiferente como possa parecer, governos e aparatos estatais são compostos de pessoas e estas têm suas fraquezas, por exemplo, elas sucumbem ante a ambição por cada vez mais poder. Portanto, é tarefa da imprensa informar o povo sobre as atividades dos detentores do poder, seja nos aparatos estatais ou na economia. Porém, elas não cumprem esta tarefa; elas fracassaram totalmente.

A definição de uma mentira é de fato bem simples. Uma mentira é quando se deixa uma falsa impressão. Do ponto de vista dos poderosos, é tarefa da mídia construir uma falsa impressão sobre a realidade. Ela protege a elite estabelecida diante do povo, à medida que ela não permita às pessoas saberem o que a elite realmente faz.

Nós somos levados a acreditar que o problema da mídia é pressuposição e parcialidade. Notícias deveriam ser reportadas imparcialmente. A opinião dos jornalistas não deveria ser visível em suas notícias. Mas isso não é o real problema. O problema real é como funciona o sistema de notícias.

Fatos importantes são noticiados, os quais são chocantes por si só, e deveriam levar alguém a fazer algo. Estas notícias são partilhadas a todos de alguma forma, mas dependendo da forma como ela é compartilhada e distribuída, elas desaparecem no mar de informações. Os jornalistas reportam mais ou menos uma descrição exata dos acontecimentos, mas através da colocação e entonação pode-se sugerir sua importância. Desta forma, elas são escondidas em lugares menos importantes e exibidas uma única vez.

Isso funciona então na percepção pública exatamente como no conto “A roupa nova do Rei”. Por exemplo, nós vamos a uma reunião de cem pessoas, todos estão dispersos e conversam entre si, mas uma pessoa no salão está completamente nua. As pessoas vêem aquela que está nua, olham ao redor e notam que ninguém está chocado, todos se comportam como se nada tivesse acontecido. Então pensamos que se isso não incomoda ninguém, então eu também vou fazer de conta que tudo está normal. É óbvio que eu não devo me irritar com isso.

Assim funciona o engodo midiático. Lê-se e ouve-se uma notícia, se revolta com seu conteúdo, mas nota-se que os meios de comunicação se comportam como fosse algo sem importância, ou seja, a opinião da sociedade é levada nesta direção a respeito do fato. Além disso, isso é denominado de politicamente correto [2].

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Análogo ao episódio dos crimes de guerra de Israel na Faixa de Gaza. Durante meses a indefesa população civil foi bombardeada e alvejada, onde 217 palestinos foram assassinados e 22.897 foram feridos somente desde março de 2017. Embora as notícias fossem mais do que chocantes, nada aconteceu, a mídia continuou com a pauta do dia.

Toda pessoa pensante e com sentimento de solidariedade e consciência deve-se perguntar, o que está acontecendo afinal? Um genocídio acontece e a mídia se comporta como se isso fosse normal, os crimes são simplesmente ignorados, até mesmo justificados com a mentira da legítima defesa. Aqueles que criticaram o regime israelense foram destratados e difamados. Ninguém exigiu que os responsáveis fossem punidos. É feito de tal forma, como se a matança de civis fosse algo sem importância, fica tal impressão generalizada e as pessoas absorvem esta ideia.

Por isso, não importa quão importante seja para alguém, o que pensamos sobre os problemas do mundo ou como nós nos engajamos perante a fome na África, ou a preservação de espécies animais em extinção, ou evitar que as florestas seja desmatadas, exploração do terceiro mundo, ou ser contra as guerras ou se posicionar lutando contra o sistemático desmantelamento da liberdade individual e contra a tirania, todos nós estamos sentado no mesmo barco, temos o mesmo inimigo, e este é a mídia estabelecida. Pois a mídia é o escudo dos criminosos que criaram os problemas na sua gênese, que são responsáveis pela injustiça neste mundo. Eles nos mentem diariamente e escondem a realidade.

O que acontece aqui é claramente um direcionamento daquilo que podemos saber e como devemos pensar. Quem se ocupa um pouco mais com a mídia percebe como as mídias noticiam sempre a mesma coisa, da mesma forma e em sequência semelhante. Quase não existe diferença. Seria exatamente se todos os alunos fornecessem a mesma resposta na prova. Aqui tem algo podre e foi copiado de uma fonte. Isso acontece diariamente na indústria da informação.

Durante todo o dia, as mídias recebem uma enxurrada de centenas de notícias. Somente quando observamos o que eles escreveram, todos se concentraram em cinco ou seis manchetes… e eles ignoram as mesmas notícias. Existe pouca diferença, eles salientam a mesma declaração, avaliam as notícias da mesma forma e divulgam a mesma opinião sobre o acontecimento, se silenciam mortalmente sobre outros temas. Não é necessário ser adepto de teorias da conspiração para enxergar que a formação da opinião pública é dirigida a partir de uma central.

Eu já trabalhei para um jornal e por isso conheço o sistema como as reportagens são codificadas pelas agências de notícias. São necessárias apenas algumas poucas pessoas nos lugares importantes para direcionar as mídias na direção desejada. Quem controla o fluxo de informações, controla a percepção dos acontecimentos. Além disso, adiciona-se a influência que recebem editores e redatores através do sistema, sejam dos partidos, governos, militares, serviços secretos ou conglomerados. Quem tem dinheiro e poder, este dita o que a opinião pública deve ou não saber.


Mas o importante não é quem faz ou por que fazem, mas sim antes de tudo, que nós sejamos conscientes da ilusão, manipulação e mau direcionamento, e por isso devemos analisar as mídias de forma crítica. Tudo que lemos, ouve e vê, e também o contrário, aquilo que a gente não percebe, o que eles abafam e deixam de lado, isso eles fazem de propósito. Uma coisa tem que estar clara, as mídias não reportam enredos reais, mas mostram o mundo como a elite reinante quer que nós acreditemos.

Seria condizente alterar a descrição das mídias, não mais rotulando-as como agências de notícias ou organizações de jornalismo, mas sendo sincero e dizer que elas compõem o departamento de Relações Públicas dos conglomerados e órgão de propaganda do governo. Os jornais e revistas devem ser chamados de catálogos e os noticiários na TV de intervalo comercial ad eternum e Infotainment. [3]

Tudo isso pode ser comparado à Luta-Livre (Wrestling). Cada um sabe que os lutadores não lutam de verdade lá no ringue, mas eles proporcionam apenas um passatempo. São atletas bem treinados que se enfrentam, que simulam serem adversários, mas onde tudo é combinado e calculado. Após a “luta”, eles saem para beber cerveja como bons amigos que são. É um show para entreter o público, uma ilusão. Exatamente assim funcionam as mídias perante o establishment. Elas estão na mesma cama sob o mesmo cobertor. As mídias não cumprem sua tarefa no interesse da população, mas servem os poderosos da elite governante.


Por isso, o que a imprensa e as emissoras de TV apresentam é apenas uma pequena parcela da informação real, na maioria das vezes trata-se fazer a cabeça, tomando a população por tola e distraindo-a dos temas que realmente importam.

Um bom exemplo disso foi o que aconteceu nos EUA em 2009, devido ao pagamento de bônus aos diretores da AIG. Uma senhora histeria é promovida por causa dos 165 milhões de dólares, todas as mídias mostram sua indignação diante desta injustiça, mas o tema principal é ignorado, onde foi parar os bilhões em dinheiro dos contribuintes, usados para salvar os bancos? Trata-se de milhares de bilhões! Por que justamente o banco Goldman Sachs recebe a maior parte da grana, onde o antigo secretário do tesouro de Bush Jr., Henry Paulson, foi ex-diretor? É surpresa, a maior parte da doação para a campanha eleitoral de Obama ter vindo do Goldman Sachs? [4]

Ou é noticiado detalhadamente sobre o "Zé da Esquina", mas que também naquele momento o presidente de Israel é acusado por múltiplos estupros, abusou sexualmente de suas secretárias e assistentes por anos a fio, isso é mencionado somente à margem, quando chega a ser noticiado. Diante de todos os atos desprezíveis que "Zé da Esquina" cometeu, ele é apenas uma centelha insignificante quando comparado aos crimes de um graduado político e governante de um país. A história de um é divulgada ao máximo, a do outro, silenciada.

Também quanto aos 50 bilhões surrupiados por Madoff [5] e que desapareceram, pareceu não interessar às mídias nem um pouco. Ninguém quer saber quem o ajudou a executar esse gigantesco golpe e aonde foi parar o dinheiro. A suspeita repousa na hipótese de políticos e banqueiros terem encoberto e ajudado Madoff, pois só assim este golpe seria possível. Ao invés disso discutiu-se sobre a doméstica que roubou um pacote de manteiga. Aqui se vê a dupla moral e como banalidades são utilizadas para distrair a população dos acontecimentos mais importantes cometidos ou encobertos pela elite dirigente.

Nós vemos que o pequeno é atacado com uma fúria devastadora, seu caso descrito em pormenores, mas sobre os comportamentos criminosos dos poderosos é dito pouco ou até mesmo nada. Ninguém da mídia estabelecida exige que Bush e Cheney respondam pela ilegal guerra ofensiva contra o Iraque, baseada em mentiras descaradas sobre armas de destruição em massa e até o momento custou a vida de 1,3 milhões de pessoas. Como silenciar-se diante de tal genocídio?

Por isso mesmo, pessoal, parem de lutar uns contra os outros, não se trata aqui de esquerda contra a direita, ou de verde, amarelo, vermelho ou preto; ou ateísta, muçulmano ou cristão, o que nós ouvimos durante todo dia só serve para nos dividir. Existem temas muito mais importantes que são abafados, mas que atingem a todos. Em princípio, todos nós queremos a mesma coisa, nós queremos um mundo mais saudável, nós queremos liberdade e auto-determinação, nós queremos paz e justiça.

Aqueles que impedem isso e criam todos os problemas do mundo, não são apresentados através das mídias. Nós somos levados ao estado de dormência, somos distraídos, controlados e manipulados, e as mídias são as ferramentas, elas são nosso inimigo comum. Enquanto nós não tomarmos consciência deste fato, os criminosos do mundo irão nos governar e nos trarão somente desgraça.


Notas:

[1] - Esta polarização que varia desde um conflito econômico até uma agressão militar, não reflete de forma alguma o sentimento dos povos do Ocidente, mas sim exclusivamente a posição da plutocracia anglo-americana. 

Sempre que lemos jornais e revistas ou ouvimos os noticiários do rádio ou da TV, nos deparamos com frases do tipo: “Tropas ocidentais matam quatro civis por engano” ou “Em meio a pressão ocidental, Rússia promete sair da Geórgia”.

Para garantir que os “Estados Democratas do Ocidente” tenham legitimidade política em suas ações, a plutocracia colocou no comando da mídia os senhores abaixo listados, que garantem informações “objetivas e independentes”, a informação na mídia ocidental vem basicamente daqui: 

AOL-Time Warner: Gerald Levin
CNN: Walter Isaacson
Polygram: Edgar Bronfman Jr.
Walt Disney: Joseph E. Roth
Miramax Films: B. & H. Weinstein
ABC: Michael Eisner
Viacom: Murray Redstone
CBS: Murray Redstone
Dreamworks: Katzenberg/Geffen/Spielberg
Vivendi: Edgar Bronfman Jr.
News Corporation: Rupert Murdoch
Associated Press: Michael Silverman
Advance Publications: Samuel Newhouse

Jornais e revistas:

New York Times: Arthur Sulzberger
Washington Post: K. M. Graham
Wall Street Journal: Peter Kahn
New York Daily News: M. Zuckerman
New York Post: Peter Chernin 

E pensar que hoje esse monopólio está cada vez menor e mais concentrado com a fusão dessas multinacionais.

[2] - Exemplo de manipulação e leviandade midiática foi o episódio da gaúcha que se cortou desenhando umas "suástica" no corpo com o intuito de atribuir uma maldade "nazista" incutida e atribuída a candidatura de Jair Bolsonaro á presidência, bem aos moldes da Indústria do Holocausto.

[3] - No artigo 220 da Constituição Federal de 1988, que dispõe sobre a liberdade de imprensa, é dito também em seu § 5º: "Os meios de comunicação social não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio."

[4] - Socialismo pra mim, neoliberalismo pra você. Como funciona de fato a dupla moral da plutocracia norte-americana? Naquela época, isso ficou mais do que claro.

Na hora da dificuldade financeira, até o porta-estandarte da famigerada economia de mercado – os EUA, com sua conhecida repulsa à intervenção do Estado nas regras do mercado, se rendem à ajuda estatal!

Ao invés de deixar as empresas Fannie & Freddie falirem – como prega o liberalismo – podemos ver a doutrina socialista mais atuante do que nunca, penetrando no dia-a-dia das ações do governo norte-americano. O secretário do Tesouro, Henry Paulson, recebeu um cheque em branco para comprar os títulos podres das empresas e tenta se explicar a um senador:

Senador Jim Bunning (Kentucky): “Mas isso não responde a questão. De onde está vindo o dinheiro que você colocou à disposição?”
Henry Paulson: “Bem, obviamente ele está vindo do governo”.
Senador Jim Bunning: “E quem é o governo?”
Henry Paulson: “Os pagadores de impostos”.

A cena hilária, com Paulson como protagonista, pode ser vista aqui.

[5] - O Golpe de Madoff foi uma gigantesca fraude aplicada pelo ex-dirigente da Nasdaq, Bernard Madoff, provoca efeito colateral sobre a comunidade judaica do Ocidente.

Conforme a própria liga anti-difamação (ADL) reportou em 2 de outubro de 2009, cresce por todo o mundo o número de mensagens e artigos contra judeus, devido às falcatruas que estão sendo descobertas com o agravar da crise financeira.

Após o golpe do Lehman Brothers (✡), dos bilhões de dólares disponibilizados por Bernanke (✡) para salvar a plutocracia a custo da dívida pública (em última instância vai penalizar os contribuintes norte-americanos), a situação irresponsável provocada por Greenspan (✡) parece ter agora uma nova vedete: a pirâmide fraudulenta de Madoff (✡) 

Neste golpe financeiro, é admirável que o Security and Exchanges Comission não tenha levado a sério as denúncias que começaram já em 1999, conforme noticiou o Estadão. Provavelmente elas não tenham sido investigadas mais a fundo, pois alguém com “correta consciência política” deve ter alertado que se tratava “sem dúvida alguma” de mais uma Teoria da Conspiração, afinal de contas, Madoff é judeu.

É claro que uma acusação generalizada contra os judeus não procede. Muitos integrantes desta peculiar comunidade religiosa são simples seres humanos, sem qualquer envolvimento com atos ilícitos. Porém, carregam inevitavelmente o peso das acusações dirigidas inconscientemente contra eles, mas que na realidade são dirigidas contra as ações virulentas de seus pares sionistas.

Interessante notar que no Jornal Nacional de ontem, após menção ao caso Madoff, a redação do programa tratou logo de mostrar que o cineasta Spielberg (✡) também foi vítima da fraude. Hoje de manhã, o Bom dia Brasil também salientou que mais vítimas estão indignadas: dentro do imenso universo multi-étnico dos EUA, o destaque foi somente para as vítimas da comunidade judaica.

A tentativa de neutralizar este mais recente surto da “doença do anti-semitismo” acaba por evidenciar um fato curioso: como a influência judaica controla ainda os meios de comunicação de massa do Ocidente.

Mas não a Internet, pelo menos não ainda ou não totalmente. - Fonte: Inacreditável

VEJA TAMBÉM

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

montedo.com: Em quatro anos, Marinha gasta R$ 523 mil com Ecad para executar músicas em sua rádio

Muito se falou sobre Bolsonaro: Ele tem vida pública e tudo ou quase que ele fala ou faz ou atua no seu cargo parlamentar pode ser visto por quem quiser pesquisar sobre.

Para quem disse que ele não fez nada errado, Ele  não foi expulso do exército por  pouco ( so foi intimado a pedir baixa), já que Bolsonaro e seu colega capitão Saldon Pereira Filho confirmaram – que estava sendo preparado um plano batizado de "Beco sem saída". O objetivo era explodir bombas de baixa potência em banheiros da Vila Militar, da Academia Militar de Agulhas Negras, em Resende (RJ), e em alguns quartéis. A intenção era não machucar ninguém, mas deixar clara a insatisfação da oficialidade com o índice de reajuste salarial que seria anunciado dali a poucos dias. E com a política para a tropa do então ministro do Exército Leônidas Pires Gonçalves – que teria sua autoridade seriamente arranhada com os atentados.



Alem disso ao invés de devolver diretamente os 200.000 depositados pela JBS, devolvou para o partido que repassou para ele, ou seja, lavou o dinheio. Legal, né.



Ainda seu nome aparece na lista de Furnas, que foi periciada e declarada original.



Ainda é não é nacionalista, já que concorda com a entrega da base de Maranhão aos americanos e nunca se posicionou contra a entrega de nossos recursos, alem de ser base do governo temer com varias votaões contra os trabalhadores, e ainda nem se elegeu já foi pedir a bençao a Israel e bateu continencia para sua bandeira além da dos EUA e dizendo..U.S.A., U,S,A...U.S.A em coro.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

A farsa dos seis milhões alardeados pelos sionistas, com ampla cobertura da mídia e hollywood.


fonte: https://judaismoemaconaria.blogspot.com.br/2011/06/origem-do-mitico-numero-dos-6-milhoes.html



Sunday, June 12, 2011

A origem do mítico número dos 6 milhões de judeus mortos

Por que o número dos "Seis Milhões "?



Os sionistas têm continuamente e histericamente tentado reivindicar que seis milhões de judeus foram mortos, morrendo ou em grave perigo na Europa e Rússia desde o final dos anos de 1800. A qualquer hora que houve confusão na Europa, importantes figures sionistas e organizações mundiais da mídia continuamente estimularam um frenesi com falsas choradeiras para conseguir que as pessoas se sentissem pena dos judeus europeus e doassem dinheiro para organizações judaicas de caridade. Acontece que esse lendário número de seis milhões, há muito tempo desacreditado até pelas correntes principais dos historiadores do holocausto, provém de um mito religioso judaico-talmúdico que diz "Tu retornarás com seis milhões a menos" ou "Tu retornarás à terra de Israel com menos seis milhões", e, obviamente, a Segunda Grande Guerra pariu o moderno estado de Israel que foi estabelecido em 1948. Judeus israelenses freqüentemente desculpam-se pelo seu sistemático genocídio de Palestintos e assalto das terras Palestinas educando o assim-chamado Holocausto da Segunda Grande Guerra. Os sionistas têm tanta influência que transformaram uma profecia religiosa judaica num "fato histórico ".

As profecias judacias na Torah requerem que 6 milhões de Judeus devam "desaparecer" antes que o Estado de Israel possa ser formado. "Você deverá retornar com menos 6 milhões." Isso é o motivo pelo qual Tom Segev, um historiador israelense, declarou que "6 milhões" é uma tentativa de transformar a história do holocausto em uma religião de Estado. Aqueles seis milhões, de acordo com a profecia, tinham que desaparecer em "fornalhas", as quais a versão judicial do holocausto hoje autentica. Como uma matéria de fato, Robert B. Goldmann escreve: ". . . sem o holocausto não haveria Estado Judeu." Uma simples consequência: Devido aos seis milhões de Judeus gaseados em Auschwitz que terminaram em "fornalhas" (a palavra grega holocausto significa ofertas ao fogo), portanto, as profecias foram agora "cumpridas" e Israel pode se tornar um "estado legítimo".

A respeito do número dos 'seis milhões' você deveria saber o que se segue: No texto hebraico das profecias da Torah, pode-se ler "você deverá retornar". No texto, a letra "V" ou "VAU" está susente, conforme o hebraico não tenha quaisquer números; a letra V significa o número 6. Ben Weintraub, um cientista religioso, aprendeu com os rabis que o significado da letra faltante significa o número de '6 milhões'. A profecia então se lê: Você retornará, mas com 6 milhões a menos. Veja Ben Weintraub: "O Dogma do Holocausto do Judaísmo", Cosmo Publishing, Washington 1995, página 3. Os faltantes 6 milhões devem estar desta forma antes dos judeus retornarem à Terra Prometida. Javé vê isso como uma limpeza das almas do povo pecador. Os judeus devem, no retorno à Terra Prometida, estar limpos – a limpeza deverá ser feita em fornalhas.

Eis uns poucos exemplos para sua consideração. Note as contínuas referências aos "6,000,000 de judeus" e o termo "holocausto" usado bem antes dos eventos da década de 40.

1900 - Líder judeu deixa escapar o esquema Sionista do holoacusto

11 DE JUNHO DE 1900 - NEW YORK TIMES - página 7 – Discurso do Rabbi Wise
"Há 6,000,000 vivendo, sangrando, sofrendo argumentos em favor do Sionismo."



1902 – A décima edição da Encyclopedia Britannica (sob sua entrada sobre 'antissemitismo') referencia "seis milhões de judeus" da Romênia e Rússia sendo "sistematicamente degradados"



1905- Um pregador judeu declara que se o levante comunista liderado pelos judeus na Rússia segue-se em derrubar o governo Tzarista, e que o Sionismo não seria mais necessário.



1906 – Um publicista judeu grita que haveria um iminente Holocausto de "seis milhões de judeus" na Rússia durante o resultado do primeiro levante comunista na Rússia ali.



1910 – No relato anual do Comitê Judaico Americano é reclamado que desde 1890, a Rússia tem tido uma política para 'expulsar ou exterminar' seis milhões de seus judeus. (Fonte: Livro do Ano do CJA de Setembro de 1911 a Setembro de 1912 pg. 15)


1919 – Pouco depois da Primeira Grande Guerra, reclamam um Holocausto de "seis milhões de Judeus". Não foi muito longe, ninguém comprou a história.







1921 – Patriotas russos brancos ganham terreno sobre os usurpadores bolcheviques de sua nação. Em uma vã tentativa de disfarçar seu pesado envolvimento no bolchevismo, judeus reviraram novamente o mito dos "seis milhões".



1932 - A polícia secreta soviética (NKVD) dominada pelos judeus, liderada pelos judeus bolchevistas Kaganovich, Yagoda, Beria, etc, orquestram uma fome artificial na Ucrânia para sufocar a resistência nacionalista a um golpe bolchevique, sob a ordem de Stalin. O resultado é 6 milhões de homens, mulheres e crianças ucranianos mortos. É então conhecido como o "Holodomor".


1936- É reportado no New York Times que grupos sionistas estavam fazendo pedidos histéricos aos líderes e organizações cristãs americanas, bem como ao governo britânico para ajudar na criação de uma "nação judaica na Palestina" para salvar os judeus do "Holocausto Europeu". Isso foi até antes da criação dos guetos judaicos, sem falar dos campos de concentração, e mais de três anos antes da 2ª Grande Guerra ter começado.





1940 – Os judeus novamente reclamam "seis milhões" de vítimas mesmo antes dos campos alemães fossem criados.



1943 – Um redator judeu sionista de Hollywood, Ben Hecht, lançou a mentira dos seis milhões no Reader's Digest. Ele continuaria a se tornar um propagandista para a gangue terrorista do judeu Irgun na Palestina.



1945 – Antes que alguém pudesse ter conhecido o número, os judeus reclamam a morte de "seis milhões".



Notório propagandista comunista judaico-soviético Ilya Ehrenburg, o monstro que exortou o Exército Vermelho a massacrar impiedosamente os civis alemães e prisioneiros de Guerra e incitou o estupro em massa de mais de dois milhões de alemães e mulheres e garotas européias orientais, reclama "seis milhões" de judeus mortos antes que alguém pudesse ter sabido que este era o número.



1946 – Um ano depois da Guerra, os judeus estão já declamando o mito dos "seis milhões" como um fato.




Arrecadação de recursos -





1990- Número de mortos em Auschwitz reduziu-se de 4 milhões para 1 milhão



O número de mortos estimado em campos da Alemanha foi algo em torno de 300,000 (cerca de metade dos quais eram judeus) baseado em registros da Cruz Vermelha (que continuamente inspecionou os campos nazistas), os livros de mortes em Auschwitz liberado aos arquivos soviéticos em 1990 e outras evidências. Principais causas de morte: tifo/fome.



17 comments:

  1. Contra os fatos não há argumentos.
    Os judeus só argumentam com base em fofocas e depoimentos de...judeus!
    E há gente que ainda acredita nesse povo e naqueles patrocinados pelos hebreus (imprensa, "historiadores", "intelectuais", "psicólogos", "sociólogos", "juristas", etc).
    Reply
  2. Vale lembrar,que mesmo que isso seja revisto como fato histórico um dia,os praticantes do judaísmo,como todo, não devem ser responsabilizados por isso. Da mesma forma que existem cristãos e mulçumanos de esquerda e direita,provavelmente existiram judeus enganados por mais diversas correntes políticas.

    Mesmo se soubesse que o genocídio não existiu,não deixaria de praticar o judaísmo,afinal,é apenas uma religião,não pode interferir no senso crítico das pessoas.
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  3. ok mas por onde passam esse povo é perseguido..
    é só estudar a história deles..
    não existe um lugar em que não foram expulsos..
    são acolhidos em outro lugar e de novo perseguidos.. ¬¬
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  4. Anonymous7:23 PM
    E vc sabe porque disso, porque parasitam por onde andam, tentam tomar o governo e as posições de poder, colocando cada vez mais judeus em posições favoráveis, quando o povo percebe, está sendo governado pelos judeus, enquanto passam fome, ai se revoltam e expulsam os parasitas.... por isso meu caro sempre foram perseguidos!!! Porque são mentirosos por excelência, dinheiristas, nem Jesus Cristo tentando mudar a sociedade judaica conseguiu, ve se pode fizeram o templo de Deus em um Mercadão, pra lucrar $$....típico da imundice de Lúcifer!!!
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    Replies
    1. Anonymous7:26 PM
      Só para deixar claro, estou a falar dos zionistas!!! Que infelizmente são a maioria!!
    2. Que visão de nazista você tem hein...Acho que está generalizando demais,não se esqueça de que eles foram expulsos das próprias terras a milhares de anos e tiveram que migrar para países vizinhos..Se alguns conseguiram lucrar e ascenderam na vida como trabalhadores,ótimo!
    3. Esses babacas adoram rotular os anti-sionistas de "nazistas".
    4. O legal é eles fazerem de tudo para destruir os árabes e ao mesmo tempo nos rotular anti-semitas ao invés de anti-sionistas.
  5. Anonymous9:08 AM
    UMA HISTÓRIA MUITO ESTRANHA O HOLOCAUSTO, O FATO É: TEM PESSOAS RECEBENDO INDENIZAÇÕES ATÉ HOJE E A VIDA TODA, TALVEZ ESSA SEJA A RAZÃO POR NÃO DEIXAR TAL ACONTECIMENTO SER ESQUECIDO, ESPERTINHOS NÃO........
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  6. Aí valorozamente Dom Williamson denuncia tal coisa e é perseguido! Maligna manipulação sionista!
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  7. Quanto preconceito e ódio nos corações! Queira Deus um dia nós Seres Humanos sejamos vistos apenas como UMA única raça, pois até hoje há divisão na mesma espécie! O ódio sempre destruiu a humanidade e agora poderá destruir para sempre, se não tomarmos consciência e proteger nosso emocional, mais atrocidades poderão ocorrer! Devemos nos reconhecer e saber se colocar no lugar do outro e sentir ou ao menos imaginar suas dores vividas naquela época. Realmente foi triste e choro ao ler e ver imagens dos campos de concentração, crianças inocentes, bebês recém-nascidos, mulheres, jovens com uma vida pela frente foram julgados a morte sem direito a viver o maior dom que temos, a vida!
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    Replies
    1. Primeiramente, se você aspira que todas as raças sejam aglutinadas em uma só, a grande verdade é que você é um racista, pois quer a extinção de toda diversidade racial da espécie humana.

      Não existe nenhum ódio movendo as postagens do blog, mas simplesmente a exposição minuciosa; detalhada do rancor e ódio judaico contra aqueles que não pertencem à raça judaica.

      Seu discurso é meramente racional, destituído de um pingo de racionalidade, típico de idiotas úteis teleguiados pela mídia controlada, dando total assentimento a tudo que vê sem o menor senso crítico.
    2. * digo, emocional.
    3. Exatamente, idiota util. Pena que existem muitos por aí que se fecham no seu ego e por imaturidade não cogita mudar sua opinião. Como dizia Raul "eu prefiiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo".
  8. Matéria extremamente esclarecedora. Parabéns! Só assim as pessoas poderão libertar-se da bolha de mentiras a que estão submetidas.
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  9. *** Há na minha cidade uma peq. Igreja dos gregos. O Pároco em 1980 foi Othon Dímos Pallamoyrdas, de Pallaion Psixikon, vindo para o Brasil em 1957. Quando Hitler invadiu a Grécia ele estava com 12 anos, aproximadamente.
    Ele me relatava sobre a fome que foi desumana em sua pátria. Seu pai e um farmacêutico cozinhavam raízes e bebiam o caldo para não morrerem de fome.
    Pelos relatos dele, penso que quem sofreu mais foram os gregos. Os soldados de Hitler tinham uma disciplina austera. Tratavam com respeito os habitantes e ajudavam no que podiam. Dizia que qdo havia alguém muito doente (coisa comum naquela guerra) e avistavam um caminhão dos nazistas eles se sentiam aliviados, pois então haveria ajuda, embora os soldados tbém estivessem com fome. O Padre Othon dizia que os judeus não foram perseguidos coisa nenhuma e que se havia um país que merecia receber ressarcimento de guerra, seria a Grécia. Dizia que os judeus tinham sidos indenizados por Hitler e mandados embora da Alemanha, e que as fotos de cadáveres amontoados que os judeus alegam serem de holocausto, na verdade são mortos do bombardeio que Churchill ordenou na cidade hospital de Dresden, na Alemanha. O maior crime contra a humanidade em todas épocas, cometido por Churchill. Etc, etc...
    Reply
  10. o numéro de 6 milhoes eu acredito que seja uma farsa assim como o gazeamento dos campos. mas falar que não houve a solução final? kkkk hitler queria exterminar os judeus sim!.,se são parasitas usurpadores, é problema deles.,esses miseráveis são perseguidos desde meados dos anos 200.,FIZERAM MUITO BEM EM INVADIR A PALESTINA E TOMAREM SUAS TERRAS DE VOLTA POR QUE DE 200 A 1945 SENDO PERSEGUIDOS ENTÃO A SOLUÇÃO É INVADIR!., nessa porra de brasil, os caras invadem por muito menos ehehehe
    Reply

domingo, 22 de outubro de 2017


Nacional-Espiritualismo

http://nacional-espiritualismo.org.br/wp/index.php/os-10-pontos-do-programa/


Os 10 pontos do programa NE

Pertencer a um movimento e defendê-lo significa entender, assimilar e divulgar seus principais pontos programáticos. A seguir esclarecemos nossos principais objetivos.

1. Economia à serviço da população
Os fundamentos econômicos do país devem ser modificados para eliminar a exploração da população pelo sistema financeiro. Apoiamos a livre iniciativa, todavia reservando ao Estado Nacional o controle dos setores essenciais e estratégicos. As premissas econômicas devem estar orientadas a promover a equilibrada distribuição de renda entre os habitantes do país, pois tanto a mão de obra braçal quanto a atividade intelectual são atividades honradas e ambas merecem remuneração condizente para proporcionar o decente sustento da família. O modelo econômico atual já demonstrou não funcionar, pois leva à distribuição desigual da renda em proporções dantescas: a transferência de renda dá-se de forma exponencial do trabalhador aplicado aos detentores do capital.
2. Municipalismo
Nós exigimos a restauração de uma política local baseada no “olho no olho”. A participação ativa das pessoas em seu município de residência é fundamental para a construção nacional. Pensar global, mas agir local. Qualquer cidadão do município pode pleitear o cargo de prefeito nas eleições locais, sem qualquer necessidade de encabrestamento partidário.
3. Princípio da Liderança
Exigimos a abolição do sufrágio universal e do voto obrigatório. Quem estiver disposto à participar da vida pública brasileira deve ter o mínimo de escolaridade e formação moral. Os governantes devem ser escolhidos pelo Princípio da Liderança e Meritocracia, onde autoridade e responsabilidade caminham lado a lado na mesma proporção. Exigimos um sistema eleitoral onde a contagem de votos possa ser conferida, o que não é possível no estágio atual com o emprego das urnas eletrônicas.
4. Retorno à vida
Nossas crianças estão sujeitas atualmente a um sistema educacional antiquado e desmotivador, que visa apenas formar futuros consumidores para nossa “economia de mercado”, meros complexos biológicos desprovidos de senso crítico. O atual sistema educacional ignora completamente, por exemplo, as diferenças e o estágio de maturidade entre meninos e meninas, colocando-os desde tenra idade à mesma metodologia de ensino educacional. Exigimos a rígida formação moral de nossos jovens, condição primordial para criação e aprimoramento de um organismo social saudável.
5. Reconhecimento da diversidade racial existente no país
A maior característica social do Brasil é sua diversidade racial e convivência pacífica entre os diversos povos que formam nossa população. Nós exigimos um estado nacional para todos os brasileiros, respeitando a origem destes povos.
Da mesma forma que somos contra impedir a união entre pessoas dos diferentes povos, também somos contra as propostas de incentivo ao “caldeamento étnico” ou imaginar que “as águas podem – e devem! – se misturar”, pois tais diretrizes visam simplesmente apagar as tradições e costumes dos diferentes povos que formam o Brasil. Isso equivale a separar os seres humanos de suas raízes, submetê-lo a uma lobotomização e reprogramar seu cérebro condicionando-o a ser um bom consumidor materialista e não questionar sua escravização ao atual sistema usurário.
6. O bem estar da comunidade vem antes do individual
Exigimos uma política social orientada à comunidade, à formação de um saudável corpo social. Ela deve englobar o conjunto de todas as medidas e aspirações que não apenas conserve as forças vitais de todos os povos que formam nossa população, mas também que o faça evoluir. Não queremos o atual modelo individualista e materialista, orientado basicamente a curar as feridas provocadas por um sistema capitalista exploratório baseado na escravidão dos juros.
Por outro lado isso não significa a negligência frente ao indivíduo comum. Seu trabalho em prol da Comunidade do Povo deve ser o ponto de partida para o novo ordenamento, e não mais um mero contrato de trabalho ou sua mão de obra como mercadoria.
7. Evoluir em harmonia com a Natureza
Não apenas de seres humanos é feito um país. O respeito a todos os seres vivos deve fazer parte de qualquer planejamento público, integrando ao máximo os grupos animais, as florestas, rios, montanhas e lagos. As grandes monoculturas e os latifúndios deverão se adequar à nova exigência.
8. Meios de comunicação servem à comunidade
Para integração das pessoas, sua formação educacional e cultural, é imperativo a criação de uma maciça estrutura de comunicação pública a nível municipal, estadual e nacional. A preservação da estrutura orgânica da nação só pode ser mantida em patamares elevados quando ela estiver bem informada, sem parcialidade dos meios de comunicação.
9. Resgatar a plena Liberdade de Expressão
Liberdade de expressão significa você poder dizer sua opinião, mesmo desagradando algumas pessoas ou grupos de influência. Exigimos que seu limite se encontra apenas no apelo direto ao uso da violência gratuita.
10. Direito de Legítima Defesa
Todo cidadão tem o direito de poder defender a si próprio, sua família e sua propriedade. Para isso exigimos a liberdade para portar arma de fogo segundo critérios de capacidade psicológica e formação moral.